domingo, 29 de novembro de 2009

Desculpas.

Queria pedir desculpas aos familiares do Leonardo, mencionado em uma matéria postada aqui neste blog, pelo equívoco de informações. Tentei contatar vocês que se manifestaram aqui no blog mas não consegui. Espero que vocês vejam o pedido de desculpas e que já retirei a matéria conforme solicitaram.

domingo, 22 de novembro de 2009

E o caldeirão ferveu em Pituaçu!!!

Crianças, adultos, homens e mulheres. Esse foi o público presente no jogo do Bahia X Guarani, no último sábado (21), no Estádio de Pituaçu. O resultado 2x0 para o time baiano livrou o Bahia do retorno à Série C, e também, tornou possível a subida do Guarani para a elite. Marcaram presença 31.560 torcedores baianos que fizeram realmente o “caldeirão ferver”, como diz um dos gritos de guerra da torcida BAMOR. A concorrência para estar nessa disputa foi tamanha, que os ingressos esgotaram em poucos mais de 48 horas após o início das vendas. Resultado: os cambistas fizeram a festa e estavam, no dia do jogo, desde o início da Paralela vendendo os ingressos pelo dobro do que estavam sendo vendidos na bilheteria, 20 reais. Muitas mulheres e até crianças de colo foram prestigiar o time do seu coração. É verdade que a mulher está cada vez mais tomando um gostinho pelo futebol, e, por isso, está freqüentando ainda mais o estádio. “Para mim é um passeio diferente e familiar. Sempre venho com meu marido e trago meu filho para que ele se acostume com o que é bom. Torcer pelo Bahia é claro!”, torce Leila Bispo. Agora é só comemorar e torcer por um melhor desempenho do Bahia nas próximas partidas.

sábado, 14 de novembro de 2009

Rodoviários: Manifestação ou Baderna?

Depois do congestionamento da última segunda (09/11), na região da Rótula do Abacaxi, a partir das 17h, causado por meia dúzia de rodoviários, que manifestavam, mais uma vez, pelas eleições do sindicato, a cidade parou. É impressionante como a população sempre sofre pelos problemas que divergem opiniões entre empresariado e funcionários. Além disso, outra coisa que é de causar espanto, é a atitude de muito deles, que em grande parte, estão na "folia" para zoar, tomar uma e curtir. Não tiro o direito deles de se manifestarem, nem tampouco, de estarem lutando pelos seus direitos, mas desta forma fica um pouco difícil. Durante essas eleições que acabaram ontem (13), duas urnas já foram roubadas do local da votação. Quer apostar que terá mais manifestações? E nós, trabalhadores, estudantes, que precisamos ir ao médico, sei lá, mais uma vez, sofreremos com toda essa confusão. Acredito que a população não tenha nada a ver com esses problemas de sindicato e que por isso, não deveria pagar o pato. Só pra lembrar, no início do ano, quando houve paralisações por conta de aumento de salários, muitos deles, estavam em frente à sede do Sinergia, na 7 portas, batendo nos ônibus que tentavam passar, e os impedindo de prosseguir a viagem, quando não estavam com um copo de cerveja na mão, dançando ao som do pagode baiano que estava tocando no carro de um deles.

* Foto retirada do A Tarde On Line, da manifestação de 2008

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Em breve nosso dia chegará!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Programa Brasilidade com Lulu Santos

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Aulas de Rádio

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Produção Própria

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Os bastidores do rádio

PRADO, Emilio. Estrutura da informação radiofônica. São Paulo: Summus, 1989.


O jornalista Emilio Prado relata em seu livro Estrutura da informação radiofônica, o dia-a-dia dos jornalistas que atuam no rádio, e, além disso, identifica erros, a fim de sinalizar meios para evitá-los no processo radiofônico. Utilizando-se de uma linguagem de fácil compreensão e ilustrando aspectos relevantes para um melhor entendimento, o autor revela com minúcias o desenvolvimento das práticas no rádio.
Prado, que também é radialista, inicia a obra alertando que as técnicas do radiojornalismo são pouco estudadas nas academias, visto que, a atenção é voltada apenas para o jornalismo impresso. Para ele, isso se dá, não apenas porque essa é a modalidade jornalística mais antiga, mas também pelo fato dos docentes serem oriundos desses meios.
O rádio tem uma linguagem própria, a qual é diferente de todas já utilizadas pelos outros MCM, isso devido às peculiaridades desse meio que é o mais extenso, ágil e barato, como caracteriza Emilio. O radialista frisa ainda que as rádios FM tratam os acontecidos como um espetáculo, transformando o jornalismo factual, no de ficção, com o objetivo de agradar os jovens, o seu público-alvo.
O livro publicado pela editora Summus em 1989 é dividido em oito capítulos e cada um deles destaca como se deve proceder ao trabalhar com o rádio. Aqui serão enfatizados os destaques de cada um deles. No primeiro, o escritor sugere que a redação e a locução da notícia devem ser feitas pela mesma pessoa, pois somente quem escreveu tem noção do que se quer passar ao narrar a informação. Prado ainda diz que é necessário que o emissor e receptor compartilhem do mesmo vocabulário para que haja, de fato, a comunicação, e que ambos devem se situar no mesmo patamar, pois apenas desta forma, o locutor pode tratar o ouvinte de igual para igual e com isso, o último se sentir retratado naquela emissora.
O rádio: meio informativo é o título do segundo capítulo. Nele, Emilio dá dicas de como deve ser construído o texto radiojornalístico. São elas: utilização de vocabulário de fácil entendimento, bem próximo do coloquial; utilização de verbo no presente; evitar utilização de números, siglas e abreviaturas; se o convidado for conhecido, primeiro o identifica e depois o cargo, caso contrário, o cargo seguido do seu nome. Vale ressaltar que se somam a isso as músicas, o silêncio, o ruído e os efeitos sonoros em toda a programação radiofônica.
A notícia é tema do terceiro capítulo, que começa com a definição de “unidade estrutural mínima da informação radiofônica, concisa, simples e formalmente neutra” (p. 48). Aqui é vista a diferença entre as notícias radiofônicas, que são do momento, devido à sua instantaneidade, e as da imprensa, que são as notícias do dia. A notícia estrita é de hora em hora e o mais importante é a informação que está sendo transmitida, além dela, ainda tem as com citações e com entrevista.
A entrevista radiofônica pode ser direta, que é a mais rica, e difícil de realizar, pois é ao vivo, e a diferida é gravada, e por isso pode ser montada, modificando, assim, a sua ordem. Elas ainda possuem subdivisões que variam de acordo com o objetivo da entrevista. Neste quarto capítulo ainda são citados alguns exemplos de programas com ruído, os quais facilitam a visualização das situações aqui tratadas.
Os capítulos cinco, seis, sete e oito, são essenciais e não menos importantes que os outros, mas atém-se em sua maioria, à definição dos temas abordados. Neles são explicitados a reportagem, o debate, a crônica e a pesquisa radiofônicas, respectivamente.
A leitura desta obra é de extrema relevância para os estudantes de jornalismo, pois traz os bastidores do rádio, desde a construção dos textos até as técnicas. Essas últimas devem ser também conhecidas pelos jornalistas e não apenas pelos profissionais técnicos, a fim de facilitar todo o processo. É claro, que somente a prática desses conteúdos explicitados na obra de Emilio Prado, no dia-a-dia das rádios trará um conhecimento mais profundo para o profissional de jornalismo. O autor utilizou uma linguagem clara e simples, e ainda, de forma didática citou exemplos de programas para facilitar a compreensão. Todos os cuidados aqui descritos devem ser tomados sempre que se for produzir um programa radiofônico visando a transmissão das mensagens com precisão e clareza, e também para que o ouvinte possa ter a percepção visual condizentes com as informações dadas.